Quinta-feira, 7 de Outubro de 2010

Conheço melhor o ensaio de Vargas Llosa do que a ficção. Nas Quasi editei em 2007 Diário do Iraque e Israel Palestina - Paz ou Guerra Santa. Infelizmente, as vendas foram residuais. Dois belíssimos livros, com fotografias da sua filha Morgana Vargas Llosa e que faziam parte do projecto de, na colecção Primeiras Pessoas, editar não-ficção de referência. A Verbo possibilita-me isso, agora. Tenho a certeza que editarei no próximo ano bons títulos de não-ficção.

Tenho pena, não há outro termo senão este, de saber num armazém de Famalicão, e impossibilitados de serem comercializados neste momento, os dois livros. O mesmo aconteceu com o Prémio Sophia de Mello Breyner Andresen ao Manoel de Barros e o Prémio Camões ao Ferreira Gullar. Erros meus, má fortuna... Não consigo deixar de pensar que se não fossem os erros meus poderia nesta altura estar a reimprimir os dois livros - na Babel, no melhor dos sonhos. Mas enfim, fica a consolação de os ter publicado. Espero - e no que diz respeito à Verbo, tentaremos que isso aconteça, posso prometê-lo - que se não esqueçam de dar destaque à não-ficção do Nobel de 2010.

 

   



publicado por JRS às 19:58 | link do post | favorito

1 comentário:
De Paulo Reis a 9 de Outubro de 2010 às 00:52
eh a tua vez de te rires do disparate do Fialho num dos ultimos posts sobre a poesia portuguesa nos mais novos.

diz que poetas como hugo milhanas machado, ana salome e miguel-manso sao, entre outras coisas, "experimentais":P

realmente, o homem percebe do assunto:P

PS: viva o Llosa.


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